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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Dia de vacinação contra poliomielite e sarampo

A secretaria do sistema de Saúde disponibiliza amanhã,, 60 postos de vacinação para atendimento, e um deles será na Escola Jairo Tomazi, no Jardim Angélica. O horário de atendimento será das 8 e 17 horas, sem fechar ao meio dia.
A meta da Vigilância Epidemiológica de Criciúma é alcançar 14.926 crianças, equivalente a 100% do grupo. Para atendimento à população estarão envolvidos 280 profissionais. "A presença dos pais nesse momento é indispensável", destaca a coordenadora de imunização, Joice Savi.
Todas as crianças com idade entre zero e cinco anos devem receber a vacina contra a pólio. Já contra o sarampo, serão imunizados o público infantil com idade entre um e sete anos. "As crianças devem ser vacinadas independente do número de doses que já tenham recebido anteriormente", alerta Savi.
Durante a campanha a secretaria do sistema de Saúde, vai oferecer a população horários de atendimento diferenciados em algumas unidades de saúde. A campanha se estenderá até o dia 16 de setembro.
Com informações de Morgana Réus/Secom Criciúma

segunda-feira, 21 de março de 2011

O desabafo de uma mãe

No início do mês, a imprensa veiculou algumas notícias sobre a demora no atendimento no Hospital Santa Catarina. Esse acontecimento atingiu uma moradora do bairro Jardim Angélica, Kelli Maria Neoti, que publicou seu desabafo em seu blog.

Em um dos trechos do seu texto, Kelli diz o seguinte:

"Quase nunca pensamos que passaremos por uma situação semelhante, mas da pior forma, descobri que os impostos que pago não me dão nenhum retorno e pior, não me oferecem o mínimo de respeito", desabafa.

Na continuidade do texto, Kelli afirma que sentiu-se "como um lixo", pois saiu de casa para pedir ajuda e não conseguiu. "Fiquei duas horas crente de que iria obter ajuda e fracassei", descreve. O resultado da historia, foi que a mãe teve de pagar uma consulta particular, desembolsando R$ 150,00. "Bastante dinheiro para quem tem um orçamento controlado", comenta.

"Minha filha passou o dia de domingo deitada em uma cama porque não sentia suas pernas, não conseguia andar, e eu passei o dia me dividindo entre os cuidados com ela e a minha revolta pelo descaso sofrido, porque não me vem nenhuma outra palavra além de descaso".

Para ler o texto na integra clique aqui.