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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Palmeirinhas completa 51 anos de fundação

O Associação Desportiva Palmeirinhas completa 51 anos na próxima segunda-feira. A passagem da data será comemorada com almoço festivo no domingo, dia 13 de novembro. O cardápio será galeto assado e macarronada, os ingressos custam R$ 25,00.
Informações no telefone 3438-3338

História

Em 14 de Novembro de 1965, um grupo de amigos que se reúne no Café Rio, centro de Criciúma, para jogar futebol na várzea resolveu fundar uma associação.

No inicio o time de futebol do Palmeirinhas disputava o campeonato da Liga Atlética Criciumense de Futsal. Mas o seu grande título foi a conquista do Praião de 1989. “O Sábia empatou o jogo que terminou 1 a 1 no tempo normal. Nos pênaltis quase todos os jogadores bateram. Foi sofrido”, conta Eraldo Luiz, o Janguinha.

Outras conquistas que orgulham os fundadores são as conquistas no carnaval de rua. “Quando íamos jogar levamos uma charanga e batucávamos e ai começou”, conta Marcelino. “Nosso primeiro desfile de blocos foi em 1976. Mas nossa grande conquista foi o tricampeonato em 1981, 1982 e 1983”, conta Julio Cesar Cardoso, o Teda. O presidente do clube na época era Júlio Cesar Lopes, atual presidente da Etnia espanhola.

Mais da história aqui.

Ou aqui.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Rua José Adevir Milioli completa 25 anos

A lei que deu nome a Rua 473, e que passou a se chamar José Adevir Milioli completa 25 anos hoje. A lei número 2.559, é de autoria do vereador Lourival Lopes, e sancionada pelo prefeito Altair Guidi.
A rua tem um dos poucos trechos de estrada de chão do Bairro Jardim Angélica, entre as Ruas Fernando Zanata e Rosita Danovith Finster.

José Adevir Milioli (1951-1984) foi diretor administrativo da carbonífera Criciúma e foi casado com Maria Eliete Mazzucco, com quem teve os filhos Everton e Elizabete.


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Três ruas do bairro Jardim Angélica completam 35 anos

As Ruas Palmerinhas, Osvaldo Rocha e Arno Amboni completam 35 anos hoje. As leis que denominam estas três vias foram aprovadas em 1981, quando o prefeito era Altair Guidi. O autor da Lei da Rua Palmerinhas é o vereador Antônio Guglielmi. Já a lei que denomina as Ruas Osvaldo Rocha e Arno Amboni é o próprio prefeito Altair Guidi, ambas no mesmo documento, junto de mais outras 11 ruas.
Na época da aprovação das leis, as ruas pertenciam ao bairro Pinheirinho. A rua Palmerinhas é uma homenagem a Associação, que tem sede na mesma rua. Osvaldo Rocha (1931-1975), segundo livro “Estas Ruas que Pisamos” de Archimedes Naspolini Filho, foi diretor comercial da Admol e membro da Associação Comercial, natural de Araranguá, foi casado com Ana Irma de Luca, com quem teve a filha Ana Maria.
Arno Amboni (1904-1978) era natural do Nova Veneza e foi concessor geral das águas do rio Mãe Luzia e presidente da Cooperativa Agrícola de São Bento Baixo.

Curiosidades: A rua Palmerinhas aparece com erro de grafia, na lei que denomina Rua Orlando Amaral. Ela aparece um i (Palmeirinhas), diferente da lei original que denomina a rua Palmerinhas. 

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Otto Leopoldo Tiefense completa 35 anos

Há poucos dias o blog tratou dos 28 anos do Jardim Angélica. Ou da lei que dá nome ao bairro. Hoje a Lei que dá nome a Rua Otto Leopoldo Tiefense completa 35 anos. Algumas ruas tem Leis aprovadas anteriores a lei que deu nome ao bairro.
É o caso das ruas Professor Nicolau Destri Napoleão, de 1980; Otto Leopoldo Tiefensee, Palmeirinhas, Osvaldo Rocha, Arno Amboni, Quintino Burigo, todos aprovadas em 1981; e a Rosita Danovith Finster, aprovado em 1984.

Otto Leopoldo

Há 35 anos, a Rua 339, onde morou Angélica Benedet Gaidzinski, que da nome ao bairro, ganhava um nome: Otto Leopoldo Tiefense. A Lei número 1654, foi aprovada na Câmara de Vereadores de Criciúma em 18 de maio de 1981, na época, ainda segundo o documento, bairro Pinheirinho. O vereador autor da lei na época era Antonio Guglielmi, e o prefeito que sancionou a lei era Altair Guidi.
Segundo o livro "Estas Ruas que Pisamos" de Archimedes Naspolini Filho, Otto Leopoldo Tiefense foi bancário, gerente do Banco Nascional do Comércio S.A. e faleceu um ano antes da homenagem (1913-1980).



sexta-feira, 15 de abril de 2016

Jardim Angélica completa 28 anos


Hoje, dia 15 de abril, a Lei Nº 2.278 que deu oficialmente o nome ao Bairro Jardim Angélica completa 28 anos de aprovação na câmara de vereadores de Criciúma. A Lei foi de autoria do então vereador José Argente e foi sancionado pelo prefeito José Augusto Hülse.

Mais da história do Bairro?

Leia – Quem é Angélica?


sábado, 20 de junho de 2015

Dona Pina completa 100 anos









A moradora mais antiga do bairro Jardim Angélica, Josephina Duzioni Bras, completou 100 anos nesta sábado. Dona Pina, como é carinhosamente chamada, veio morar no bairro aos 37 anos como caseira da fazenda Coronel Pedro Benedet, onde cuidava de Angélica Gaidzinski, filha do Coronel, que dá nome ao bairro.
Os festejos do centenário foram realizados neste sábado, no restaurante Darolt, no Bairro Morro Bonito, onde boa parte da família esteve presente. Familiares cantaram, e prestaram uma series de homenagens a “Nona”. O município de Criciúma também prestou homenagem. O prefeito Marcio Burigo esteve presente onde entregou uma condecoração de honra. “Até hoje esteve apenas em duas festas de pessoas que completaram um século de vida. Por isso é preciso reconhecer essa guerreira que ajudou a construir Criciúma”, disse o prefeito.
Dona Pina nasceu em 20 de junho de 1915, no bairro Primeira Linha. Seus pais, Alixandre Duccione e Carolina Angeloni, vieram para o Brasil de navio. Dois tios, irmãos do Alixandre firam na Europa para lutar na guerra.
Em 13 de janeiro de 1936, casou-se com Ibraim Manoel Braz, com quem teve 15 filhos e adotou mais um. Hoje tem 72 netos, 119 bisnetos e 32 trinetos. Dona Pina chegou ajudar o seu Ibraim nas minas de carvão, já que o valor pago era por produção, por carinho tirado das minas. Ela trabalhava para o marido nos intervalos para refeições para ganhar mais e garantir o sustento da família. Quando o marido adoecia dona pina tomava frente e fazia o serviço do marido para que ele não sofresse penalização.

Antiga casa de festa do Coronel Pedro Benedet

Na Rua Otto Leopoldo, endereço da filha Fátima, ficava a antiga casa de festas do Coronel Pedro Benedet. Angélica morou na rua, Otto Leopoldo Tiefense. Quem cuidou dela durante muitos anos, foi Josephina Duzzione Ibraim. O nome do bairro, Jardim Angélica, é em homenagem a Angélica Benedet Gaidzinski, a sétima dos treze filhos do coronel Pedro Benedet. Angélica foi casada com Júlio Gaidzinski, com quem teve três filhos: Dorival, Diniz e Diana.

Júlio Gaidzinski ainda teve outro filho com o mesmo nome do pai. Os quatro filhos de Gaidzinski receberam faixas de terras divididas igualmente, o que forma hoje o bairro Jardim Angélica. Já Angélica, viveu quase 20 anos internada num hospital em Florianópolis. Anos depois voltou para Criciúma para morar no bairro que leva seu nome. Angélica morreu em 1997 com 94 anos.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Moradora mais antiga do Jardim Angélica completa 100 anos neste fim de semana

No próximo fim de semana a moradora mais antiga do bairro Jardim Angélica completará 100 anos. Josephina Duzioni Bras veio morar no bairro aos 37 anos como caseira da fazenda Coronel Pedro Benedet. Foi dona Pina que cuidou de Angélica, filha do Coronel, que dá nome ao bairro.
No sábado, dia 20, a partir das 11 horas, boa parte da família se reunirá para celebrar o aniversario da “Nona” no restaurante Darolt no Morro Bonito.

Dona Pina nasceu em 20 de junho de 1915 na cidade de Verdellino, Itália. Veio para Brasil de navio, no colo dos pais, Alixandre Duccione e Carolina Angeloni. Casou-se com Ibraim Manoel Braz em 13 de janeiro de 1936, com quem teve 15 filhos e adotou mais um. Hoje tem 72 netos, 119 bisnetos e 32 trinetos. Dona Pina chegou ajudar o seu Ibraim nas minas de carvão, já que o valor pago era por produção, por carinho tirado das minas. Ela trabalhava para o marido nos intervalos para refeições para ganhar mais e garantir o sustento da família. Quando o marido adoecia dona pina tomava frente e fazia o serviço do marido para que ele não sofresse penalização.

Antiga casa de festa do Coronel Pedro Benedet

Na Rua Otto Leopoldo, endereço da filha Fátima, ficava a antiga casa de festas do Coronel Pedro Benedet. Angélica morou na rua, Otto Leopoldo Tiefense. Quem cuidou dela durante muitos anos, foi Josephina Duzzione Ibraim. O nome do bairro, Jardim Angélica, é em homenagem a Dona Angélica Benedet Gaidzinski, a sétima dos treze filhos do coronel Pedro Benedet. Angélica foi casada com Júlio Gaidzinski, com quem teve três filhos: Dorival, Diniz e Diana.

Júlio Gaidzinski ainda teve outro filho com o mesmo nome do pai. Os quatro filhos de Gaidzinski receberam faixas de terras divididas igualmente, o que forma hoje o bairro Jardim Angélica.


Já Angélica, viveu quase 20 anos internada num hospital em Florianópolis. Anos depois voltou para Criciúma para morar no bairro que leva seu nome. Angélica morreu em 1997 com 94 anos.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Rumo ao Centenario


A moradora mais idosa do Bairro Jardim Angélica completou mais um ano de vida. Dona Josephina Duzioni Bras fez 99 anos neste fim de semana, em cerimonia simples realizada junta a família.

Mais da historia de Dona Phina? Clique aqui.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Um espaço democratico

Está no ar o primeiro capítulo do webdocumentario Historias da Praça Nereu Ramos. Trabalho deste jornalista que escreve em conjunto com o jornalista Marcos Dalmoro e fruto do do projeto aprovado no edital Cultura Criciúma 2013, da Fundação Cultural de Criciúma e Conselho Municipal de Políticas Culturais de Criciúma (Comccri), na categoria cinema.




Gostou? Compartilhem com seus amigos.
Não gostou? Manda então então para os inimigos. Hehehe

Até amanhã, no segundo episodio da série "Historias da Praça Nereu Ramos".

quinta-feira, 27 de março de 2014

Histórias da Praça Nereu Ramos

Quem acompanha essa blog, sabe que gosto de história regional. Pois bem, amanhã começamos a contar um pouquinho da área central, por onde tudo passa. O projeto Historias da Praça Nereu Ramos vão ser três capítulos que entram no ar nesta sexta, sábado e domingo. Esperam que curtam e compartilhem da mesma forma que estamos fazendo.


sábado, 18 de janeiro de 2014

Farmácia Angélica completa 15 anos


No dia 18 de janeiro de 1999 entrou em funcionamento a Farmácia Angélica, dos sócios José Sergio Bosa e Rui Bento dos Santos numa pequena sala do edifício Zonta. Em entrevista ao Blog Notícias da Minha, Bosa revela que quase optaram por abrir uma padaria, e que o endereço também poderia outro. 

Ex-bancários do antigo Banco Sul Brasileiro (Depois passou a ser chamado de Meridional, e então de Santander), eles resolveram abrir um negocio próprio após a demissão no dia 7 de julho de 1998. Bosa lembra que 15 funcionários foram demitidos neste dia. “O Rui já trabalhava lá quando comecei. Trabalhei 19 anos. Quando me demitiram minhas filhas gêmeas havia nascido fazia seis meses”, disse. 

Depois disso, os dois iniciaram uma extensa pesquisa para ver qual seria o empreendimento a ser iniciariam. Rui queria abrir uma padaria e Bosa uma Farmácia. “O Rui chegou a olhar para comprar uma padaria em Morro da Fumaça. Visitamos varias. Também fizemos isso com farmácia, que era o que eu queria mesmo”, relata. Para abrir a Farmácia, eles tiveram dois grandes incentivadores: Moacir Alemão da Farmácia Santos Dumont; e Sales, dono de uma Farmácia atrás da Rodoviária. 

Quando a decisão pelo ramo farmacêutico já estava tomada, Bosa colocou Sales num carro, e saiu com ele para pedir conselhos e ver qual bairro se instalariam. A dúvida era entre os bairros Cidade Mineira, Santa Luzia e Jardim Angélica. Na época o bairro Jardim Angélica tinha apenas uma entrada pela Rua Nicolau Napoleão Destri, ao lado do Marcos Rovaris. “Aqui na frente era só espinhal”, recorda. Bosa foi até a Codepla (extinto órgão do governo municipal) e verificou a existência de um projeto para estender a Rodovia Governador Jorge Lacerda até o pontilhão, onde hoje se inicia a anel viário. “Um funcionário me garantiu que iam abrir o asfalto até ali próximo da Satc em pouco tempo”, afirma Bosa, como a informação decisiva para escolher o Jardim Angélica. 

Os sócios alugaram uma sala no edifício Zonta, 325, por um salário mínimo. “Vim um dia a noite e medi o espaço para as prateleiras com um ‘metro’. Passei as medias para uma loja em Porto Alegre que veio instalar”, descreve Bosa, dando detalhes. “Fui muito trabalho. Aqui só foi dar lucro depois do terceiro ano”, conta. Cinco anos depois, a sala ficou pequena, e eles tiveram que alugar mais uma sala para ampliar. 

A Farmácia Angélica funciona de segunda a sábado, no horário das 8h até às 22h30min. Nos domingos das 15h até às 22h. Fechando só no feriado de Natal e no dia primeiro do ano. Em 2005 a Farmácia foi premiada com o Prêmio Top Of Mind, na categoria Farmácia e Drogaria.


Falecimento

Rui sofreu um infarto no dia 26 de novembro de 2012, e faleceu meses depois, no dia 11 abril de 2013. 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Palmeirinhas promove galinha com polenta no domingo

A Associação Desportiva Palmeirinhas promove no domingo (dia 10/11) um almoço com Galinha com Polenta para comemorar os 48 anos de fundação. O evento será ao meio dia na sede do Clube no Bairro Jardim Angélica, ao valor de R$ 20. Além de comemorativo onde irá reunir simpatizantes, amigo e moradores do bairro Jardim Angélica, os recursos arrecadados irão ajudar nas despesas de manutenção do clube.

Mais sobre a historia do clube? Veja aqui!

domingo, 23 de junho de 2013

98 anos

Foto: Marlize Pacheco
No fim de semana foi de comemoração para dona Josephina Duzioni Bras, a moradora mais antiga do Bairro Jardim Angélica, que completou 98 anos na última quarta-feira. Ele veio morar no bairro aos 37 anos como caseira da fazenda Coronel Pedro Benedet. Foi dona Pina que cuidou de Angélica, filha do Coronel, que dá nome ao bairro.
No sábado, boa parte da família se reunião para celebrar o aniversario da “Nona”, no Jardim Angélica. A Rua Otto Leopoldo, endereço da filha Fátima, ficou lotada de carros. O local, hoje residência, era antiga casa de festas do Coronel Pedro Benedet, nada mais adequado para celebra.
Dona Pina, como é chamada, casou com Ibraim Manoel Braz em 13 de janeiro de 1936, e com ele teve 15 filhos e adotou mais um. Hoje tem 71 netos, 183 bisnetos e 32 tataranetos. Dona Pina chegou ajudar o seu Ibraim nas minas de carvão. Como o valor pago era por produção, por carinho tirado das minas. Ela trabalhava para o marido nos intervalos para refeições para ganhar mais e garantir o sustento da família. Quando o marido adoecia dona pina tomava frente e ia fazer o serviço do marido para que ele não sofresse penalização.





Quem foi Angélica? Leia mais clicando aqui.
Sobre a Rua Otto Leopoldo, clique aqui.
Sobre a Casa? clique aqui e aqui.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Foto da foto...



Essa técnica de fotografar o atual, junto ao passado, com o auxilio de fotos antigas, vi no blog do Tas. Quando vi essa foto da Fátima Menegon, logo tive a ideia de reproduzir a técnica do canadense Taylor Jones. Ele tem um blog chamado Dear Photograph (Querida Foto) com retratos que ele recebe de anônimos diante do mesmo cenário nos dias de hoje.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Primeira casa do Jardim Angélica é desmanchada

Em abril de 2008, quando o blog ainda estava hospedado em outra plataforma fiz o seguinte post, que também foi publicado no site da Rádio Criciúma.



A primeira casa do bairro Jardim Angélica, fica na Rua Otto Leopoldo Tiefense. Só não se sabe por quanto tempo, pois ela está sendo "desmanchada". No local morou durante muitos anos Angélica Benedet Gaidzinski, ou simplesmente Dona Angélica, a sétima dos treze filhos do Coronel Pedro Benedet. 


O atual dono do imóvel, o empresário Salmi Pacheco, informou que está demolindo a casa para “deixar o terreno limpo”. 

Angélica era casada com Júlio Gaidzinski, que recebeu a fazenda do Coronel Pedro Benedet como dote (costume antigo, que consiste no estabelecimento de uma quantia de bens e dinheiro oferecida a um noivo pela família da noiva, para acertar o casamento). Angélica teve três filhos com Júlio: Dorival, Diniz e Diana. Júlio Gaidzinski ainda teria outro filho com o mesmo nome do pai. 

Gaidzinski dividiu sua fazenda em quatro faixas de terras, e as deu aos filhos como herança, o que hoje forma o bairro Jardim Angélica. Já Angélica, viveu quase 20 anos internada num hospital em Florianópolis. Anos depois voltou a Criciúma para morar no bairro que leva seu nome. Ela morreu em 1997 com 94 anos.

Para melhor historicamente o post uma foto da antiga casa, com o o seu morador Ibrain.


sábado, 29 de dezembro de 2012

Casa 1

A casa número um para o Natal é considerada por alguns a casa número 1 do Jardim Angélica. Hoje ela é a casa de Fátima e Antonio Menegon, mas no passado foi o salão de festa da família do Coronel Pedro Benedet. O pequeno açude no quintal da casa, hoje localizada na Rua Otto Leopoldo Tiefense, era maior, e contornava a casa (no passado era salão de festas).

Casa atual.

Obs: alguns antigos moradores afirmam que a primeira casa, é a que foi desmanchada, na segunda quadra a direita na Rua Otto Leopoldo. Seu Antonio Menegon, diz que não, que essa casa era a casa do caseiro, para cuidar da fazendo de Coronel Pedro Benedet. O caseiro, durante um tempo, foi o próprio sogro de Antonio Menegon, seu Ibraim.

Na foto, Ibraim, sentado no banco (o original ainda está em frente em frente a casa), e se não estou enganado ao lado sua filha, Fátima Menegon.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Lembranças

Há dois anos, no dia 25 de outubro, o blog teve nota publicada na coluna de João Paulo Messer no Jornal da Manhã. Contando a historia do morador Cristovão Nazário. Ele resolveu não esperar pela prefeitura, e tapar os buracos da Rua Otto Leopoldo Tiefense.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Rua Fernando Zanatta: regulamentada há nova anos


Hoje a Rua Fernando Zanatta, localizada no Jardim Angélica, completa nove anos, que está regulamentada por lei com este nome. Estranho, né? Afinal quem mora no bairro conhece a rua por este nome há muito mais tempo. A rua chega a ser citada por Fernando Zanatta em outros documentos, como por exemplo, na lei 1.681, de 30 junho de 1981. Nela se denomina a primeira esquina da Rua Fernando Zanatta, de Rua Osvaldo Rocha, e cita Fernando Zanatta. Curioso, não? 

O livro “Estas Ruas que Pisamos”, de Arquimedes Naspolini Filho, apresenta a lei 4.552, de 23 de outubro de 2003, como o termo “lei confirmatória”. Segundo o livro Fernando Zanatta (1908-1965) era comerciante, nascido em Cocal do Sul. Ele também foi político, intendente distrital, vereador em Urussanga e Morro da Fumaça. Foi casada com Santa Guglielmi, com quem teve os filhos Doraci, Dorival, Domerval e Fernando Filho. 

Ainda temos alguns dados curiosos na lei original, que pode ser consultada no site da Câmara de Vereadores de Criciúma. A Rua Fernando Zanatta aparece como iniciando na Avenida Professor Nicolau Destri Napoleão. Mas o final da rua se dá na Avenida Antônio Scotti. Esta Avenida tem cruzamento com Rodovia Luiz Rosso, e nem tem ligação com o Jardim Angélica. É provável que ela esteja projetada para no futuro esta ligação venha a existir. 

Foto: google/Julho 2011 - O Autor da lei complementar é o então vereador José Argente Filho, e o prefeito que sancionou a lei foi Décio Góes.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

132 Ruas

Em comemoração ao aniversário de 132 anos da cidade de Criciúma, que aconteceu na última sexta-feira, colaborei com o Jornal a Hora do Sul na pesquisa, fotos e textos num caderno todo especial com 132 ruas do município. Parte do caderno veio do próprio blog Notícias da Minha Rua. Uma boa forma de iniciar 2012 com um blog que entre idas e vindas, já vai completar 4 anos.

Boa leitura!

OBS: no caderno é possível observar três ruas do bairro Jardim Angélica. A 38 é a Otto Leopoldo Tiefensee, a 42 é a Palmeirinhas e a 51 é a Avenida Professor Nicolau Destri Napoleão.

Quer ler o caderno? Baixe aqui.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Otto Leopoldo Tiefense completa 30 anos



Há 30 anos, a Rua 339, onde morou Angélica Benedet Gaidzinski, que da nome ao bairro, ganhava um nome: Otto Leopoldo Tiefense. A Lei número 1654, foi aprovada na Câmara de Vereadores de Criciúma em 18 de maio de 1981, na época, ainda segundo o documento, bairro Pinheirinho. O vereador autor da lei na época era Antonio Guglielmi, e o prefeito que sancionou a lei era Altair Guidi.

Leia a lei na integra.

Segundo o livro "Estas Ruas que Pisamos" de Archimedes Naspolini Filho, Otto Leopoldo Tiefense foi bancário, gerente do Banco Nascional do Comércio S.A. e faleceu um ano antes da homenagem (1913-1980).