Mostrando postagens com marcador pavimentação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pavimentação. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Moradores vão a prefeitura pedir a pavimentação da Rua Otto Leopoldo Tiefense

Aproximadamente 30 moradores do bairro Jardim Angélica estiveram hoje à tarde na Secretaria de Infraestrutura, na prefeitura de Criciúma, para revindicação a pavimentação da Rua Otto Leopoldo Tiefense. O secretário de Infraestrutura, Planejamento e Mobilidade Urbana, André Luiz De Luca, recebeu os moradores e disse que irá colocar na pauta dos engenheiros para que eles venham até o bairro fazer o projeto. O prazo para está fase é até março.
Segundo ele, há três possíveis soluções. A Rua Otto Leopoldo Tiefense pode ser incluída num novo programa de pavimentação. A busca de recursos federais ou estaduais para pavimentar a rua. Ou ainda à parceria com os moradores. Onde a prefeitura entraria com os meios fios, e os gastos com as bocas de lobo, além de um percentual da lajota. “A comunidade vai contrata uma empresa que pagará a lajota e a mão de obra. Ai cada um paga a frente do seu lote”. A Associação de Moradores deve marcar uma nova reunião para tratar das outras revindicações dos moradores do bairro Jardim Angélica.


sábado, 1 de dezembro de 2012

Moradores reclamam da falta de pavimentação na Otto Leopoldo


Das seis ruas do bairro Jardim Angélica, (sem contar as do novo loteamento) a Rua Otto Leopoldo Tiefense é única que ainda está sem pavimentação. É exatamente a metade da rua, cerca de 700 metros. E ainda não estou contando as ruas às travessas entre as Ruas Rosita Finster e Fernando Zanatta, a pequena Rua 475 (que também é uma travessa). 

Em 2009, postei aqui mesmo, no Blog Notícias da Minha Rua, um matéria feita em 2006, que sempre me parece atual. Agora via grupo do Jardim Angélica no facebook, as reclamações multiplicam-se e o tema volta pelos próprios depoimentos dos moradores desta parte da Otto Leopoldo. Como é o caso do drama narrado por Cirlene Piucco, que conta ter problemas que saúde, e que a poeira só agrava. “Por favor, ajudem- nos. A poeira é muita, tenho muita alergia e sofro muito com isso, relata”. O local está repleto de buracos, com lombadas improvisadas para tentar diminuir a velocidade e por consequência a poeira provocada pelos veículos. “Também tem o perigo com as criança”, alerta Cirlene. 

Outro morador, Rafael Spillere, relata morar no bairro há 16 anos, diz que já foi solicitada a pavimentação aos órgãos públicos. “Foram feitas varias reuniões junto à prefeitura, com o chamado orçamento participativo e nada”, conta. 

Ainda sobre a lombada improvisada, o morador Nilzo Felisberto, lembra que não foi ele que construiu o obstáculo. “Não fui eu quem fiz”, avisa Nilzo, pedindo para que os vizinhos parem de xingar. “Isso aqui só aumentou a poeira”, argumenta. Ainda aconselha Nilzo que quem quiser evitar a poeira que tome outro caminho. “Afinal as duas ruas paralelas são asfaltadas”, indica.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Ruas sem pavimentação


De todas as ruas do bairro Jardim Angélica, somente as travessas entre as Ruas Rosita Finster e Fernando Zanatta, a pequena rua 475 (que também é uma travessa) e cerca de 700 metros na Rua Otto Leopoldo Tiefense são sem pavimentação.
Em 2006, a situação era pior, o final da rua Walter da Silva Medeiros não era asfaltada (coisa que aconteceu no final do ano passado), e fiz esta reportagem para o projeto de jornal da faculdade de jornalismo. Já se vão quase três anos, e a matéria ainda me parece bem atual.

"Se a rua tivesse pavimentação eu não saia daqui". É o que declara o morador da rua Otto Leopoldo Tiefense, o vigia Rogério Espanhol, de 44 anos.
Ele está vendendo a casa em virtude da promessa da prefeitura de calçamento da rua que não aconteceu. "Vim morar aqui com a promessa de que no próximo ano a rua receberia calçamento, já faz seis anos e nada", comenta indignado. Espanhol mora com a mulher e o filho desde 2000 no bairro. Segundo ele, a falta de pavimentação desvaloriza sua moradia em 20 mil reais.
O secretário de Obras do município de Criciúma, Mauro Sônego, alega que a verba disponível para pavimentação, não daria para calçar novas ruas, apenas para fazer a manutenção das já existentes.
Na penúltima seção da Câmara de Vereadores, no ano passado, foi aprovada a mudança da lei de pavimentação nas ruas. Agora será aberto editais para empreiteiras interessadas em prestar o serviço a população.
A prefeitura daria a terraplanagem e o saibro; a população pagaria as lajotas ou o asfalto. Isso com a aprovação de pelo menos 80% dos moradores da rua. Os 20% restantes seriam pagos pela prefeitura, que cobraria posteriormente do morador no IPTU.
A situação se repete com o mecânico Antonio Bonfante, de 51 anos, morador da rua Walter da Silva Medeiros, que há 10 anos reside no bairro. "Provisoriamente desisti de vender, pois aqui tenho sossego, é um bairro muito bom de se morar", conta.
Mas mesmo assim, o morador deixa a sua reclamação. "O pessoal passa de carro com velocidade, e não respeita levantando muita poeira", argumenta Bonfante.