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segunda-feira, 23 de junho de 2014

Rumo ao Centenario


A moradora mais idosa do Bairro Jardim Angélica completou mais um ano de vida. Dona Josephina Duzioni Bras fez 99 anos neste fim de semana, em cerimonia simples realizada junta a família.

Mais da historia de Dona Phina? Clique aqui.

domingo, 23 de junho de 2013

98 anos

Foto: Marlize Pacheco
No fim de semana foi de comemoração para dona Josephina Duzioni Bras, a moradora mais antiga do Bairro Jardim Angélica, que completou 98 anos na última quarta-feira. Ele veio morar no bairro aos 37 anos como caseira da fazenda Coronel Pedro Benedet. Foi dona Pina que cuidou de Angélica, filha do Coronel, que dá nome ao bairro.
No sábado, boa parte da família se reunião para celebrar o aniversario da “Nona”, no Jardim Angélica. A Rua Otto Leopoldo, endereço da filha Fátima, ficou lotada de carros. O local, hoje residência, era antiga casa de festas do Coronel Pedro Benedet, nada mais adequado para celebra.
Dona Pina, como é chamada, casou com Ibraim Manoel Braz em 13 de janeiro de 1936, e com ele teve 15 filhos e adotou mais um. Hoje tem 71 netos, 183 bisnetos e 32 tataranetos. Dona Pina chegou ajudar o seu Ibraim nas minas de carvão. Como o valor pago era por produção, por carinho tirado das minas. Ela trabalhava para o marido nos intervalos para refeições para ganhar mais e garantir o sustento da família. Quando o marido adoecia dona pina tomava frente e ia fazer o serviço do marido para que ele não sofresse penalização.





Quem foi Angélica? Leia mais clicando aqui.
Sobre a Rua Otto Leopoldo, clique aqui.
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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Feliz aniversario!

Hoje a moradora mais antiga do Jardim Angelica completou 98 anos. Josefina Bras, que aos 37 anos veio morar no bairro como caseira da fazenda Coronel Pedro Benedet. Depois foi ela que cuidou de Angélica, filha do Coronel, e da nome ao bairro. No sábado á tarde Dona Pina, como é conhecida deve comemorar a passagem da data o lado dos 15 filhos, 71 netos, 183 bisnetos e 32 tataranetos.


Na foto ele aparece ao lado da filha, Fátima, da neta Morgana e do bisneto Pedro Henrique.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Do jardim Angélica para o #CPBR5

Ao lado do amigo Mateus Gamba, Edilson Bitencurt (Dido) navega na internet de 20giga

Dos mais de 7mil participantes da quinta edição do Campus Party, que acontece no pavilhão do Anhembi, cerca de 5mil estão acampados. Entres estes, um dele é morador do Bairro Jardim Angélica. Edilson Bitencourt, o Dido, de 28 anos, veio numa caravana que partiu de Araranguá e foi pegando passageiros nas cidades onde passava como Criciúma, Laguna, Florianópolis, Joinville e Curitiba, num total de 52 integrantes. 

Dido diz ter ficado surpreso com o tamanho do evento. “É muito grande não esperava”, afirma o rapaz, chamando atenção para o campeonato de games. “Tem comentarista, narrador. É muito profissional”, exclama. 

Sobre a participação no evento Dido diz ser uma experiência marcante. “Recomendo! Todo mundo que trabalho com TI tem que vir em pelo menos uma edição do Campus Party”, aconselhou. Para a próxima edição, Dido já faz planos. “Se faz bastante amizade. Mas quero voltar com uma galera maior”, planeja.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Uma dentista revolucionaria

Ela foi presa durante a ditadura militar, e ficou detida na cadeia durante dois anos e dois meses, onde foi tortura pelos militares. Marlene Soccas é dentista e tem consultório na entrada do Bairro Jardim Angélica, no Edifício Tia Kika. Em virtude da novela Amor e Revolução, do SBT, o Jornal da Manhã publicou um perfil contando as dificuldades sofridas pela dentista nesse período. A reportagem é de Lucas Colombo.


quarta-feira, 4 de maio de 2011

Os balainhos do Seu Pedro


Meu Avô, Pedro Rozeng, morou no Jardim Angélica durante muito tempo. Primeiro na Rua Fernando Zanata, depois na Rua Rosita Finster. Das matas do bairro, ele retirava cipó para confecção dos balainhos que aprendeu com um parente em Laguna. Hoje ele mora no Bairro Universitário e não tem mais idade para ir ao mato retirar cipó. Mas isso não o impediu de achar uma alternativa para isso.

O repórter da TV Primavera e meu amigo, Marcos Dalmoro, cansou de me ouviu dizer que queria fazer um documentário sobre meu Avó e o seu artesanato. Quero eternizar essa arte por meio do audiovisual. Pois bem, o Marcos fez o que ainda não fiz. Registrar. O assunto foi matéria na TV Primavera e foi ao ar na semana passada.

Quem perdeu, segue a matéria abaixo.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

A Miss do Jardim Angélica


A Miss Brasil Mirim, Amanda Silveira, de 8 anos, voltou a ser notícia hoje. Esta na página 20 do Jornal A Tribuna. A pequena moradora do Jardim Angélica, é aluna do grupo Escolar Jairo Luiz Tomazi, e irá disputar o título de Miss Mundo em setembro.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Do Jardim Angélica para o Mundo

Deu no Jornal da Manhã de sexta-feira. A Miss Brasil Mirim é a moradora do Jardim Angélica, Amanda Silveira, de 8 anos, aluna da terceira série do grupo Escolar Jairo Luiz Tomazi.

A pequenina de olhos claros venceu o concurso no último dia 13, em Santa Maria (RS), onde disputou contra outras 11 representantes de outros estados do Brasil.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Quando fiz a matéria do Asilo, fiz um perfil com Valdir Denoni, e que aproveito para compartilhar aqui a sua história. Seu Valdir faleceu dois meses depois da entrevista. Fica aqui uma singela homenagem.



Longe da família


Seu Valdir Denoni é natural de Criciúma e tem 67 anos. Mora no asilo há seis anos. Deitado na cama e muito lúcido, ele conta que tem três filhos: Gilmar, com 40, Rosiane, com 38, e Ramires, com 36 anos. Separou-se há muito de sua mulher, que mora no Rio de Janeiro com os filhos.
Semanalmente recebe visitas do irmão e parentes. Seus filhos dificilmente vêm visitá-lo, devido à distância. Denoni trabalhou na mina CBCA durante 10 anos, até que uma pedra de nove metros caiu sobre ele. Com o acidente, aposentou-se. Depois de um tempo até conseguiu voltar a andar, mas um acidente de carro deixou-o definitivamente paralítico.
“Gostava de ler jornal, mas a falta de vista não deixa mais”, conta. Torcedor do Atlético Operário, Denoni diz que nunca foi fanático, mas acompanhava os jogos. “Nas peladas de fim de semana era difícil pegar de titular”, relata. “Eu gostava muito de ver as vitrines no centro. Podia ser de qualquer coisa, desde máquinas a brinquedos”, lembra.
Por alguns instantes as funcionárias do asilo interrompem a entrevista para advertir seu Danoni. Ele está comento pouco, está muito magro e com algumas manchas pretas na ponta dos dedos da mão direita e na boca. O aposentado é um dos milhares de brasileiros fumantes. Troca à comida para fumar. Começou a fumar com 25 anos, quando casou. “Comecei a fumar numa bobagem. Na época o lazer não era como hoje. Não tínhamos nada para fazer”.